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Sessões de autógrafos | Site oficial de Nuno Nepomuceno.

Sessões de autógrafos

A Célula Adormecida, por Mariana Oliveira.

Opinião à Célula Adormecida retirada do blogue FLAMES.

«Creio que nunca tinha lido uma obra que estivesse tão atual no momento em que a li. A Célula Adormecida fala de um dos maiores problemas que ameaça o nosso mundo nos dias de hoje: o autoproclamado Estado Islâmico e as consequências nefastas que a sua atividade terrorista está a ter um pouco por todo o mundo, mas principalmente na Europa. Por isso mesmo, este livro mexeu com muitos dos meus medos e fez-me pensar no caminho que o continente europeu está a seguir.

Ao longo do livro, o Nuno levanta várias questões polémicas relativamente ao quanto poderá esse grupo terrorista estar a ser apoiado pelo Ocidente à custa de interesses económicos e foi aqui que levei um verdadeiro murro no estômago. Como a política é dos meios em que me sinto menos à vontade, e como ainda quero acreditar naquilo que há de bom no ser humano, nunca tinha pensado nessa possibilidade. Contudo, os factos apresentados pelo autor ao longo do livro assustadoramente fizeram muito sentido e esta foi uma obra que me fez ir mais além e pensar sobre questões difíceis e controversas.

Comparando com a trilogia
Freelancer, este livro é mais audaz, pois nele o Nuno foi mais além e chocou o leitor com acontecimentos extremamente dramáticos e revoltantes. Senti-me perturbada com algumas passagens que nos apresentam um lado mais negro do ser humano, mas que, infelizmente, refletem aquilo que acontece um pouco por todo o mundo. Senti, assim, que o autor decidiu arriscar mais com este livro, mostrando a maturidade literária que alcançou desde a sua estreia.

Mas se esta foi uma obra que me revoltou e assustou, foi igualmente uma obra que me fez regressar a um dos melhores períodos da minha vida. Falo do tempo em que vivi na Turquia e convivi de perto com essa cultura magnífica. Em
A Célula Adormecida, parte da ação passa-se nesse incrível país que liga a Europa e a Ásia, e simplesmente adorei ler passagens que decorrem em lugares onde tive o prazer de estar. Foi incrível voltar a ter contacto com a cultura muçulmana e comovi-me ao perceber o quanto o Nuno destacou um aspeto que tenho vindo a defender com unhas e dentes desde que esta questão do autoproclamado Estado Islâmico começou: o Islão é uma religião que tem como princípio o amor e a paz, e não de manheira nenhuma ser associado a atos terroristas. Creio que é aqui que os meios de comunicação têm falhado, pois vejo que não são muito esclarecedores neste aspeto e acabam por moldar a opinião das pessoas que, dessa forma, acabam por confundir os muçulmanos com terroristas. Esta é uma questão que tenho debatido nos últimos anos e gostei de ver escrito num livro aquilo em que eu tão convictamente acredito.

A profunda pesquisa que o autor fez para este livro permitiu-lhe explicar-nos um pouco os costumes dessa religião e os princípios em que assenta. Por isso mesmo, aconselho este livro não só pela história policial repleta de ação e drama que apresenta, mas principalmente porque é uma obra que de tão atual que é nos vai fazer olhar para aquilo que está a acontecer com outros olhos. Por fim, aconselho este livro para quem quer ter a oportunidade de ficar a conhecer melhor o Islão e em particular o hospitaleiro e incrível povo turco.»



Mariana Oliveira
flamesmr.blogspot.pt



Termino esta entrada com algumas imagens do lançamento nacional do livro e uma breve chamada à atenção para as próximas sessões de autógrafos. Serão as últimas duas do ano e as únicas que tenho agendadas para já. Recordo que são abertas a todos os meus livros, mesmo que já os tenham comprado e apenas queiram lá ir ter comigo para me conhecer e assiná-los. Conto com vocês para me fazerem uma visita. Happy



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Um grande lançamento. A Célula Adormecida, por ElsaR.

A semana passada foi profícua em acontecimentos. Depois da entrevista na SIC Notícias, foi a vez do lançamento nacional de A Célula Adormecida. Estava nervoso, como sempre, apesar de achar que correu muito bem. Aliás, não esperava uma afluência tão grande. Gostaria, por isso, de deixar aqui o meu agradecimento pelo carinho e interesse de todos vós. Titinha S. Caeiro, uma das colaboradoras do blogue Crónicas de Uma Leitora, gravou em vídeo parte do evento. Deixo-vos abaixo esse mesmo filme. Do meu lado esquerdo poderão ver Luís Pinto, autor do Ler y Criticar. Do meu lado direito encontra-se o Sheikh David Munir e depois Fernando Gabriel Silva, o meu editor.



Entretanto, as opiniões ao livro não param de sair.
A Célula Adormecida continua a ter um feedback muito positivo, que se tem refletido nos tops. O livro mantém-se há duas semanas como líder dos thrillers na Wook, e agora também num duplo 3º lugar na Bertrand e Fnac. A altura do ano, apesar de apelativa, é complicada, pois há imensas novidades. Ver o meu mais novo a desenvencilhar-se com à-vontade é um orgulho. Termino esta entrada com a promessa de regressar em breve e com a crítica de ElsaR do blogue Efeito dos Livros. Não se esqueçam que no próximo sábado, dia 10, regressarei à livraria Bertrand de Torres Vedras para mais uma sessão de autógrafos. Vemo-nos por lá?

«Nestes últimos meses, quantas vezes ficaste pregado à televisão a seguir atentamente as notícias sobre um novo ataque terrorista? Quantas vezes sentiste o pânico por ver os ataques acontecer em cidades que te são familiares, em sítios cada vez mais perto de casa? Quanto tempo achas que vai demorar até Lisboa aparecer no final da frase «atentado terrorista em...»?

Foi com esse pensamento que mergulhei de cabeça no tijolo literário que Nuno Nepomuceno nos traz com este
A Célula Adormecida. Pela sinopse, sabia que o palco seria a cidade que me recebe todos os dias pela manhã para mais um dia de trabalho. O que não estava à espera era de conseguir visualizar ruas, movimentos, sombras e todos os detalhes de uma história que sobe ao palco em Lisboa e começa com um ataque terrorista em pleno Marquês de Pombal. Acreditem que nunca mais vou olhar para um autocarro da CARRIS com os mesmos olhos.

No mesmo dia em que um homem se faz explodir no centro de Lisboa, uma bandeira do autoproclamado Estado Islâmico é hasteada no cimo do Parque Eduardo VII e, como uma desgraça nunca vem só, nessa mesma altura aparece morto o recentemente eleito primeiro-ministro. Este dia negro para o país é o ponto de partida para o mundo de
A Célula Adormecida, um livro que me deixou mais elucidada em termos políticos, que me deu a conhecer aspetos da cultura muçulmana que me eram desconhecidos e que me fez devorar umas centenas de páginas em meia-dúzia de dias.

O professor com uma ferida aberta no seu passado, a jornalista da fachada cuidada com o interior que se desmorona, uma família sobrevivente com um pai comedido, uma filha inocente e um filho catalisador.

A visão pelos olhos destes intervenientes permite-nos um exercício que acho que não fazemos vezes suficientes, o de nos colocarmos no lugar dos outros. É fácil julgar, tomar decisões precipitadas, alimentar preconceitos com base na ignorância e no medo, mas o que é muito difícil é vermos as coisas de um outro ponto de vista que não o nosso.

A Célula Adormecida tem todos os ingredientes para continuar a gerar novas edições. Uma lição de história, atualidade, aceitação, revolta e um sem número de sentimentos que nos povoam ao longo da leitura. Não descansei enquanto não o terminei.»

ElsaR
efeitodoslivros.blogspot.pt



Cartaz para a próxima sessão de autógrafos. Apareçam. Happy

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É hoje! A Célula Adormecida, por Sofia Teixeira.

Esta entrada está a ser escrita hoje, dia 30 de novembro, uma quarta-feira, algures pelo meio da manhã. O lançamento nacional de A Célula Adormecida decorrerá, portanto, logo à tarde. Recordo que o evento será apresentado pelo Sheikh David Munir, imã da Mesquita Central de Lisboa, e Luís Pinto, autor de Ler y Criticar, o melhor blogue português de literatura dos dois últimos anos. Será uma cerimónia simples, descontraída (nem sequer vou levar gravata desta vez) e que espero vir a ser bem preenchida de leitores e restantes amigos. Começa às 18h30 na Fnac do CC Colombo e a sessão de autógrafos que se seguirá é aberta a todos os meus livros. Decidi que este ano não faria tantas aparições públicas como no passado, pelo que esta é oportunidade perfeita para todos nos revermos. Happy

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A propósito disso mesmo, deixo aqui um pequeno lembrete sobre onde me poderão encontrar a seguir. São 4 datas, sendo que as 2 primeiras acontecerão já nos próximos dias. As restantes podem ser consultadas na coluna lateral do blogue ou na página da minha
agenda.

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Estive também ontem em direto na SIC Notícias, onde Paulo Nogueira me entrevistou na Edição da Manhã. O
feedback tem sido extremamente positivo. Foi um momento especial, sem dúvida, que conto partilhar em breve. Já tenho o vídeo disponível. Falta-me apenas legendá-lo. Como sabem, tenho um grande carinho pela comunidade surda portuguesa, pois alguns dos seus membros são meus leitores.

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Termino ainda esta entrada com a última crítica que saiu à
Célula Adormecida. Retirei-a do BranMorrighan, o extraordinário cantinho de Sofia Teixeira, a quem só posso agradecer pelas excecionais palavras que me dedicou. Ora leiam:

«Mas. Que. Livro! Eu sei que não devia estar tão espantada, afinal conheço o Nuno e tenho real noção do seu talento, mas tenho que admitir que superou qualquer expectativa que eu pudesse ter. Não menosprezando a Trilogia Freelancer, A Célula Adormecida está noutro patamar. Se por um lado o volume do livro pode assustar, afinal são quase 600 páginas, por outro lado, não lhe adicionava nem tirava uma página que fosse. Quando encontrei o último ponto final, senti que estava perante um livro assombroso, um dos melhores livros da atualidade, sem sombra de dúvidas. Não me custa sequer imaginar que, mais cedo ou mais tarde, se tornará numa autêntica referência no que diz respeito a policiais/thrillers/romances (gerais) relacionados com terrorismo, mais propriamente com o autoproclamado Estado Islâmico. A quantidade de informação, nunca sendo demasiada, está perfeitamente equilibrada. Cada ingrediente é dado no momento certo e, terminada a leitura, sinto-me uma pessoa muito mais culta, muito mais conhecedora de um tema tão atual e que é alvo de tanta desinformação.

Como vocês sabem, principalmente por ter apresentado os últimos dois livros dele, o Nuno Nepomuceno, mais do que um autor, tornou-se um amigo. E ler o livro de um amigo é sempre um momento de responsabilidade, a sinceridade torna-se ainda mais vital, daí a necessidade de nos afastarmos desse papel e pegarmos na obra como se de um desconhecido se tratasse. E a verdade é que parecia que estava mesmo a ler um livro de um autor que nunca tinha lido. Houve uma espécie de emancipação na maturidade da escrita, muito sóbria, muito sólida, muito dura. A sensibilidade que era tão característica na Trilogia
Freelancer transformou-se em algo maior, num pesar bem articulado e factual. Também o formato da narrativa mudou um pouco, com capítulos mais rápidos, vários protagonistas em paralelo que são determinantes para o rumo final da história e mais não digo, para não estragar ou fazer prever algo sobre a leitura.

Não quero falar sobre a história em si. A sinopse diz quanto baste e acho que o essencial a retirar desta leitura é que a minha admiração pela postura deste livro não tem fim. É completamente despretensioso, ao mesmo tempo que é uma lufada de ar fresco necessária. São poucos os livros deste género que se dão ao trabalho de educar o leitor, de fazer questão de elucidar, com pormenor quanto baste, as idiossincrasias que rodeiam o enredo. Muito se fala sobre muçulmanos, radicais, as guerras do Médio Oriente, os potenciais interesses económicos das principais potências mundiais, mas pouco se mergulha no que realmente significa ser muçulmano, na crença em Maomé e pelo que é regido o Alcorão. Este livro é precioso em vários sentidos, mas este é um dos principais, principalmente pelas consequências que vamos testemunhando no que toca ao preconceito, à total ignorância consciente, pois é mais fácil colocar as culpas no que se desconhece do que tentar-se conhecer e compreender a diferença. 

Tenho tido mesmo muito pouco tempo para ler, mas a minha relação com o livro tornou-se algo dependente. Dei por mim sem me aperceber das horas a passarem, a parar só para comer, e mesmo tendo tanta coisa da faculdade por completar, não resisti em fazer uma pequena maratona para não acabar o fim de semana sem o ler. Gostei muito da desenvoltura da história, da mistura de uns quantos géneros, perfeitamente alinhados, de forma a proporcionar ao leitor uma leitura ritmada, apaixonada, expectante e surpreendente. São várias as questões que levantamos sobre a trama ao longo da mesma, são vários os momentos em que sorrimos, outros em que o coração se aperta e outros em que tudo se torna tão negro que houve momentos em que ceguei, de sentir uma revolta tão pura por saber que aquilo acontece na vida real. Lisboa foi o palco escolhido para a ficção, mas podia não ser ficção, em muitas cidades é exatamente aquilo que tem acontecido. E a conclusão é que a incompreensão leva ao ódio e o ódio ao imprevisível. Uma pessoa é capaz de se transformar por completo e ser autor de ações que nunca antes teria sido capaz sequer de se imaginar pensá-las. Gostei. Muito. Na verdade, acho que,
A Célula Adormecida, é um grande candidato a livro do ano.»


Sofia Teixeira
BranMorrighan.com


Até breve,
Nuno. Winking

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Uma semana alucinante. A Célula Adormecida no mundo do Tiago.

Os próximos dias prometem uma agenda bem carregada. Mais de um mês depois de ter sido colocado à venda, A Célula Adormecida irá finalmente ter direito a um lançamento nacional. O desfasamento prende-se essencialmente com alguma incompatibilidade de horários entre mim e a loja onde vai decorrer, o que fez com que acabasse por «cair» para o fim de novembro. Na realidade, até pode ser bom, pois há vários leitores que já leram o livro e assim, posso autografá-lo na altura, não necessitando de esperar por outra ocasião. Portanto, na próxima quarta-feira, conto com todos vós. Recordo que a sessão de autógrafos que se seguirá ao lançamento é aberta a todos os meus livros e o que evento irá ter a apresentação do Sheikh David Munir, o atual imã da Mesquita Central de Lisboa, e de Luís Pinto, autor do Ler y Criticar. O convite é apenas um lembrete, pois a entrada é livre. São todos bem-vindos!

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Um dia antes, terça-feira, dia 29, irei estar em direto na SIC Notícias. A entrevista será incluída na Edição da Manhã, deverá ir para o ar por volta das 09h30 e será conduzida, em princípio, pelo jornalista Paulo Nogueira. Já sei que estarei algo nervoso, pelo que vos peço para me desejarem sorte. Happy

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Findo o lançamento nacional, seguir-se-ão duas sessões de autógrafos:

  • dia 2 de dezembro, sexta-feira, na livraria Bertrand do Arena Shopping em Torres Vedras, às 21h00;
  • dia 4 de dezembro, domingo, na livraria Bertrand do CC La Vie (antigo Vivaci), às 16h30;
A Célula Adormecida estará com 20% de desconto. Portanto, aproveitem!

caldastorres2016



Termino esta entrada com mais uma opinião à
Célula Adormecida. Tiago Serra Cunha, autor do canal no YouTube Tiago's World, está com um ar algo sério na miniatura, mas, por favor, vejam o vídeo. O livro tem recebido muito boas críticas e esta é uma verdadeiramente excecional.



Tiago Serra Cunha
Tiago's World

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