No top nacional de vendas

Esperava que A Última Ceia me trouxesse coisas boas, mas nunca algo desta dimensão. Recordo-me de quando era apenas mais um leitor, como tantos outros, a passear pela livraria à procura do meu próximo livro. Esta semana, depois de ter recebido uma mensagem do editor da Cultura Editora, entrei nessa mesma livraria, a que tenho mais perto de casa, pedi autorização ao livreiro e tirei uma fotografia com o livro. Eu e A Última Ceia estamos em 2º lugar no top nacional de vendas das livrarias Bertrand. Na semana passada foi 5º na Wook. E mesmo na Fnac, onde não entrou para a mesma contagem, mas lidera os policiais mais vendidos, os primeiros números são animadores.

Na livraria Bertrand do CC Colombo. Fotografia por António Tavares. ©Cultura Editora

Não há motivo para mandar lançar foguetes. Não quero com isto banalizar o facto. Mas vejo-o, sobretudo, como um marco. Algo que espero que se venha a repetir com livros futuros. Não é tanto o volume de vendas que me deixa contente. Esse também sabe bem, admito-o. Porém, a satisfação principal vem de outro lado. Para mim, o acolhimento extraordinário que o livro está a receber tem apenas uma leitura. Resulta do trabalho que foi feito anteriormente, da luta constante por regressar cada vez melhor, por não me limitar a sentir-me realizado com o mediano. Obrigado.

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