Nomeado para Livro do Ano.

A semana passada foi marcada por boas notícias, ou, pelo menos, por uma extraordinariamente boa. As livrarias Bertrand divulgaram a seleção de candidatos ao Prémio Livro do Ano, tendo incluído A Última Ceia numa das quatro categorias a concurso, a de Ficção Lusófona.

É a primeira vez que um livro meu está nomeado, o que me deixou a mim e toda a equipa da Cultura Editora e da Agência das Letras particularmente orgulhosos e felizes. Este prémio tem o pormenor de ser escolhido pelos leitores e livreiros, o que o torna ainda mais especial.

Só pode votar quem tiver cartão Bertrand e o endereço eletrónico registado na base de dados desta rede de livrarias. Se for o caso, receberá um e-mail com um link para uma plataforma, onde poderá votar. Terá de fazê-lo se quiser votar na 2ª fase do Prémio, aí só com os finalistas que resultarão desta votação inicial. Vamos esperar que A Última Ceia tenha a honra de se ver incluído nesse lote mais restrito.

Para quem não conhece o livro, A Última Ceia é o meu original que antecedeu A Morte do Papa, sendo o terceiro na série Afonso Catalão, publicado em janeiro de 2019. O tema do livro é o roubo de um quadro. Deixo abaixo a sinopse.

Mais informações sobre o prémio Livro do Ano 2019 Bertrand: https://www.bertrand.pt/template/premio-livro-do-ano-bertrand

O GOLPE PERFEITO. DOIS AMANTES. UMA OBRA DE ARTE.

Uma nota enigmática é encontrada junto à moldura vazia de um quadro famoso. O ladrão deixou um recado. Promete repetir a façanha um ano depois.

De visita à igreja de Santa Maria delle Grazie em Milão, uma jovem mulher apaixona-se por um carismático milionário. Mas, quando alguns meses depois, é abordada por um antigo professor, Sofia é colocada inesperadamente perante um dilema. Deverá denunciar o homem com quem vai casar-se, ou permitir tornar-se cúmplice deste ladrão de arte irresistível?

Enquanto a intimidade entre o casal aumenta, um jogo de morte, do gato e do rato, começa. E aquilo que ao início aparentava ser um conto de fadas, transforma-se rapidamente num pesadelo, ao mesmo tempo que um plano ousado e meticuloso é urdido para roubar a obra-prima de Leonardo da Vinci.

Requintado, intimista, inspirado em acontecimentos verídicos, A Última Ceia transporta-nos até ao enigmático mundo da arte. Passado entre Londres e Milão, habitado por uma coleção extraordinária de personagens, para as quais a ambição e fama se sobrepõem a qualquer outro valor, este é um thriller sofisticado de leitura compulsiva.

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